Selic pode cair ainda mais. E o spread bancário também diz Paulo Skaf, presidente da Fiesp
Redação
Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009 às 13:58:07
Na última reunião,quarta-feira (21/10), o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central do Brasil, manteve a taxa básica de juros (Selic) em 8,75% ao ano.
A inflação esperada para 2010 é de 4,3%, portanto, abaixo da meta. Além disso, neste momento, a maioria dos países pratica taxa de juros básicas reais próximas a zero.
Diante deste cenário, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) acredita que há espaço para cortes adicionais.
Para a entidade, o grande empecilho ao desenvolvimento do País é o elevado spread cobrado pelas instituições bancárias.
“A economia brasileira precisa ser irrigada com crédito barato e acessível”, disse Paulo Skaf, presidente da Fiesp. “Para isso, o governo tem que agir para a redução do spread, aumento da concorrência bancária, criação do cadastro positivo, diminuição dos tributos incidentes no crédito e no recolhimento do compulsório dos depósitos à vista”, concluiu.
Serviço:
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